domingo, 22 de maio de 2011
O que é a camada de ozônio?
Em volta da Terra há uma frágil camada de um gás chamado ozônio (O3), que protege animais, plantas e seres humanos dos raios ultravioleta emitidos pelo Sol. Na superfície terrestre, o ozônio contribui para agravar a poluição do ar das cidades e a chuva ácida. Mas, nas alturas da estratosfera (entre 25 e 30 km acima da superfície), é um filtro a favor da vida. Sem ele, os raios ultravioleta poderiam aniquilar todas as formas de vida no planeta.
Na atmosfera, a presença da radiação ultravioleta desencadeia um processo natural que leva à contínua formação e fragmentação do ozônio.
O que está acontecendo com a camada de ozônio?
Há evidências científicas de que substâncias fabricadas pelo homem estão destruindo a camada de ozônio. Em 1977, cientistas britânicos detectaram pela primeira vez a existência de um buraco na camada de ozônio sobre a Antártida. Desde então, têm se acumulado registros de que a camada está se tornando mais fina em várias partes do mundo, especialmente nas regiões próximas do Pólo Sul e, recentemente, do Pólo Norte.
Diversas substâncias químicas acabam destruindo o ozônio quando reagem com ele. Tais substâncias contribuem também para o aquecimento do planeta, conhecido como efeito estufa. A lista negra dos produtos danosos à camada de ozônio inclui os óxidos nítricos e nitrosos expelidos pelos exaustores dos veículos e o CO2 produzido pela queima de combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo. Mas, em termos de efeitos destrutivos sobre a camada de ozônio, nada se compara ao grupo de gases chamado clorofluorcarbonos, os CFCs.
Na atmosfera, a presença da radiação ultravioleta desencadeia um processo natural que leva à contínua formação e fragmentação do ozônio.
O que está acontecendo com a camada de ozônio?
Há evidências científicas de que substâncias fabricadas pelo homem estão destruindo a camada de ozônio. Em 1977, cientistas britânicos detectaram pela primeira vez a existência de um buraco na camada de ozônio sobre a Antártida. Desde então, têm se acumulado registros de que a camada está se tornando mais fina em várias partes do mundo, especialmente nas regiões próximas do Pólo Sul e, recentemente, do Pólo Norte.
Diversas substâncias químicas acabam destruindo o ozônio quando reagem com ele. Tais substâncias contribuem também para o aquecimento do planeta, conhecido como efeito estufa. A lista negra dos produtos danosos à camada de ozônio inclui os óxidos nítricos e nitrosos expelidos pelos exaustores dos veículos e o CO2 produzido pela queima de combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo. Mas, em termos de efeitos destrutivos sobre a camada de ozônio, nada se compara ao grupo de gases chamado clorofluorcarbonos, os CFCs.
Thomas Midgley Junior (18 de maio de 1889 - 02 de novembro de 1944) foi um engenheiro, mecânico e químico americano. Midgely foi uma figura chave em uma equipe de químicos, liderados por Charles F. Kettering, que desenvolveu o tetraethyllead (TEL) aditivo à gasolina, bem como alguns dos clorofluorocarbonos(CFCs). Ao longo de sua carreira,foi concedida a Midgely mais de uma centena de patentes. Apesar de elogiado por suas contribuições científicas durante sua vida, os impactos ambientais negativos de algumas das inovações Midgley mancharam seu legado a ponto de ser conhecido, na cultura popular, como "O Homem que matou 1 bilhão de pessoas".Midgley morreu três décadas antes de os efeitos do CFC na camada de ozônio e na atmosfera.
Frank Sherwood Rowland (Delaware, 28 de Junho de 1927) é um químico estadunidense.
Recebeu o Nobel de Química de 1995.
Foi laureado com o Albert Einstein World Award of Science em 1994.
Nascimento 28 de Junho de 1927 (83 anos)
Delaware Nacionalidade Estadunidense Campo(s) Química
Prêmio(s) Prêmio Japão (1989), Nobel de Química (1995)
1978. Rowland foi eleito para a Academia Nacional de Ciências em 1978
Recebeu o Nobel de Química de 1995.
Foi laureado com o Albert Einstein World Award of Science em 1994.
Nascimento 28 de Junho de 1927 (83 anos)
Delaware Nacionalidade Estadunidense Campo(s) Química
Prêmio(s) Prêmio Japão (1989), Nobel de Química (1995)
1978. Rowland foi eleito para a Academia Nacional de Ciências em 1978
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